Close

amarelo

Guernica

Um dia o azul desapareceu. Olhamos para o céu com cara de espanto. Quietos. Alguém palpitou que uma tempestade se aproximava, mas aquele cinza parecido com aço sobre a cabeça de todos não tinha nada a ver com os temporais costumeiros do mês de abril. Era diferente. Havia um cheiro, um quê desconhecido que tornava […]

Ler Mais

No fundo da memória dormem as cores

A dupla de barqueiros parou de remar por um momento para descansar os braços naquela viagem sobre as águas turvas do rio. Havia garrafas e sacos plásticos boiando aqui e ali no meio de imensas bolas de espuma branca, que transformavam a superfície da água numa escultura gótica. E o cheiro, esse, sim, quase insuportável, […]

Ler Mais