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Cacos para uma existência provável

I Por um momento pareceu vulnerável e pronto. Mas não vibrava: era de pedra.   II Formatei meu coração, atualizei, reiniciei, mas não instalei o antivírus.   III A tristeza do poeta é ter que usar palavras para explicar suas lágrimas.   IV Sete resmungando Seis bebendo Cinco fingindo Quatro soluçando Três xingando Dois dormindo […]

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Velho espelho

Ele entrou na sala sem ser percebido e parou no meio. Tirou o chapéu e o colocou sobre a mesa. Sem que eu pedisse ou permitisse, começou a falar. Me contou tudo o que tinha acontecido naquela noite: o sangue na camisa, a marca das lágrimas no rosto, a tristeza que nublava seus olhos, a […]

11 de abril de 2016 < a href="http://homemdepalavra.com.br/author/" title="Visualizar todas as postagens por " rel="author"> Contos cacos, cadáver, espelho, tiro

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