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líquido

Os dias não estão para desperdício

Desde menino ouvi de meu pai que, quando aquele líquido estranho saísse dos meus olhos, deveria cobrir o rosto com as mãos e correr para lavar a cara e me esconder. Foi só aos vinte anos que me atrevi a provar o gosto. Passei vinte anos de minha vida chorando chá verde sem saber! Hoje […]

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Os líquidos

Os poemas, quando vêm à tona, não passam de papel molhado. Molhado com sangue, com suor, com lágrimas, com rios e mares, com chuva, com orvalho, com vinho, com bile, com sêmen, com saliva e cuspe, e com outros líquidos que, juntos e de maneira coordenada, dão forma e substância a eles.  

27 de dezembro de 2017 < a href="http://homemdepalavra.com.br/author/mbaggio/" title="Visualizar todas as postagens por Mario baggio" rel="author">Mario baggio Poesia líquido, papel molhado, poema

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