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sorriso

Os olhos e o sorriso dela

Existiu há muito tempo um homem que dedicou sua vida a estudar o sorriso da Monalisa. Enigmático, indecifrável, dissimulado, insolente — ele jamais admitiu esses adjetivos para descrever o que chamava de “o mais belo ricto da história da espécie humana”. Para ele, ali havia muito mais que um simples contrair e curvar de lábios: […]

2 de julho de 2018 < a href="http://homemdepalavra.com.br/author/mbaggio/" title="Visualizar todas as postagens por Mario baggio" rel="author">Mario baggio Contos Monalisa, olhos, senhora, sorriso

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Pânico

Hoje me levantei, li o jornal enquanto tomava café, saí de casa para trabalhar, cumprimentei um vizinho no elevador, andei pelas ruas costumeiras e encontrei as mesmas pessoas de todo dia, conversei com os colegas de trabalho, voltei para casa no final do expediente. Quando fechei a porta de entrada, apoiei as costas nela e […]

10 de março de 2017 < a href="http://homemdepalavra.com.br/author/" title="Visualizar todas as postagens por " rel="author"> Contos pânico, sorriso

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O guarda-chuva

Num canto do ponto de ônibus jazia um guarda-chuva. Enorme, negro, com as varetas de metal tortas e enferrujadas. Alguém não precisou mais dele, findo o aguaceiro da manhã. Com o sol brilhando forte, quem necessita de guarda-chuva? Nas ranhuras do pano preto podia-se perceber uma tristeza infinita, talvez um amor não correspondido, um perdão […]

17 de outubro de 2016 < a href="http://homemdepalavra.com.br/author/" title="Visualizar todas as postagens por " rel="author"> Contos guarda-chuva, mendigo, sorriso

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Carta ao filho

Querido Cassiano, querido filho meu, Hoje é seu aniversário e quero lhe dar meus parabéns. Ontem sonhei com você e foi como se estivesse vendo um filme. Vi o filme da nossa vida juntos: o seu nascimento, você com cinco anos, você adolescente, você se tornando um homem. Sinto saudade, sabe? Por isso pedi que […]

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Como no cinema

O frio da noite gela os ossos de Amadeu, mas ele parece não se importar com isso. Não nessa noite, pelo menos. De pé na frente do cinema, leu mais uma vez, com vagar, o cartaz que anunciava a demolição daquele edifício. Do seu edifício, hoje mais decadente que ele próprio e tão velho quanto. […]

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